Gosto de pessoas, todas, de como tentam me impressionar dos modos mais distintos.
Sempre conseguem.
Quase sempre são demônios, mas eu as amo mesmo assim, não consigo desistir delas. Volto-me novamente aos aromas. Me envolvem e sugerem fumaça, que está dançando, se rebola luxuriosamente, mas sabemos que é pueril. Quer que eu a acompanhe e que dancemos juntas. Me entrego, estou em suspensão, sou como ela, eu a sou.
As vezes quase sinto que posso caber dentro deste corpo que, mal ou bem, habito; são os momentos em que estou do lado de fora e ele parece cômodo, é a ilusão que causo nas pessoas, nunca em mim.


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