| marcas d'água nunca me intimidaram |
A sala de espera tinha tinha aquele ar de chatice e doença de sala de espera. As pessoas não sabem ir pro hospital sem ficar com cara de doença, nem eu, mas na época sabia. Sabia pouco, afinal depois de uns minutos as crianças tendem a ficar entendiadas.
Então quando eu já me encontrava esparramada nas perninhas pequenas de minha mãe, concentrando todos os esforços em sair dali logo que possível, sai a médica de dentro de seu casulo e chama:
- Dona Bucetudes!
Após o chamado surdo, uma mulher se levanta e entra na sala. Volto a brincar de descobrir doces na bolsa de minha mãe.

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